
"Vem, dá-me um abraço,
Não digas nada,
Não peças nada,
Não prometas nada
E deixa-te ir no calor do enlaço.
Vem, protege o meu caminho,
Deixa o teu carinho
Lê as histórias do meu regaço...
Sinto-me só
Neste tempo de acordes sem dó,
Sinto-me só
Não me acordes o silêncio para me deixar só...
Sinto-me só...
Sinto-me só...
Vem desenhar no céu outra verdade,
Vem em liberdade,
Tira-me da ansiedade,
Mas, não me jogues na crueldade
De me deixar acorrentada à saudade.
Sinto-me só... sinto-me só...
Porque as promessas vagueiam no pó..."
Luisa Abreu 18/02/09
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